Lançamento

Liteleaf 0.8-r16 aprimora o editor, PDFs grandes e o standalone

A versão 0.8-r16 melhora revisão e leitura de PDFs, amplia o suporte a documentos acadêmicos grandes e aproxima o standalone das garantias da implantação com PostgreSQL.

O Liteleaf 0.8-r16 torna mais fluido o trabalho entre fontes, revisão e PDF. Desde o 0.8-r12, o corretor interativo aparece junto à palavra avaliada e se reposiciona conforme a rolagem e os limites do editor. Quando uma palavra é adicionada ao dicionário do projeto, todas as marcações equivalentes são removidas imediatamente e depois reconciliadas com o servidor.

O visualizador agora inclui a camada textual nativa do PDF.js. Assim, é possível selecionar e copiar texto do PDF sem perder o canvas, o zoom, os links ou a posição de leitura. A sincronização inversa também ficou mais precisa: um duplo clique usa o centro da palavra escolhida para localizar, via SyncTeX, o arquivo e a posição correspondentes no código-fonte.

A colaboração ficou mais discreta e eficiente. A barra do editor mostra apenas se a conexão está online ou offline, enquanto o histórico identifica os checkpoints como estados da revisão global das fontes. Quando o conteúdo já está integralmente sincronizado — ou uma edição não produz alteração líquida — o autosave HTTP redundante deixa de ser enviado.

Projetos acadêmicos maiores também ganharam mais espaço. O limite padrão do PDF compilado subiu de 16 MiB para 64 MiB e pode ser configurado entre 1 MiB e 512 MiB. Quando a saída ultrapassa o valor definido, o log informa tanto o tamanho observado quanto o limite. A geração de índices passa por uma chamada controlada ao makeindex, inclusive com suporte ao StyleInd.ist convencional, sem executar um latexmkrc fornecido pelo projeto.

O 0.8-r16 completa esse trabalho ao corrigir a persistência de PDFs acima do antigo limite de 16 MiB. PostgreSQL e SQLite standalone agora armazenam PDF, SyncTeX e logs de acordo com o limite configurado, mantêm compatibilidade com artefatos antigos e permitem que compilações antes presas terminem depois da migração automática. Os endpoints privados de status e PDF também deixam de manter em cache respostas negativas.

Na gestão de contas, a troca do próprio e-mail só é efetivada após a confirmação no novo endereço por código de seis dígitos ou link de uso único. O endereço anterior continua válido até essa etapa; depois, sessões e credenciais temporárias são revogadas sem afetar projetos, cotas, TOTP ou identidades OIDC. Administradores autorizados também podem corrigir o endereço de outra conta com as proteções reservadas à própria conta e ao administrador principal.

O perfil standalone passa a oferecer recuperação de senha por SMTP, com tokens de uso único, expiração e revogação das sessões após a redefinição. O 0.8-r15 aproxima ainda mais sua experiência da implantação PostgreSQL: acrescenta políticas compartilhadas de autenticação, login OIDC, favoritos por usuário, exclusão lógica, auditoria, retenção, histórico colaborativo e uma fila de compilação capaz de se reconstruir após reinícios. O Redis embutido coordena essas tarefas de forma efêmera, enquanto SQLite e o diretório de arquivos continuam sendo a fonte durável e o conjunto necessário para backup.

Em conjunto, as revisões do 0.8-r11 ao 0.8-r16 deixam o fluxo de escrita mais preciso, removem limites antigos para trabalhos extensos e tornam a edição standalone uma opção mais completa e previsível para instalações em um único contêiner.

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